Finalmente concluímos o desfralde

Foram 3 meses e meio de uma montanha-russa repleta de emoções, tanto para a Lia, quanto para nós, e tudo foi resolvido em apenas dois dias pela minha sogra.
Isso mesmo que vocês leram, ela desfraldou a Lia num final de semana e sou muito grata à ela por isso. Com a experiência de já ter desfraldado três filhos e duas nestas, somada à muito jogo de cintura, ela conseguiu que a Lia “aceitasse” o peniquinho.
Mas não pense vocês que foi fácil, na verdade minha sogra começou brincar que a boneca da Lia ia fazer xixi, aí quando a pequena já estava no banheiro nós pedíamos para ela mostrar para a boneca (filha) como se fazia o xixi no penico.
De maneira lúdica ela passou a concordar em ir ao banheiro. Como não pensei nisso antes? Na maioria das vezes estamos tão consumidas pela rotina, pela dificuldade que é educar uma criança, que nos esquecemos de enxergar mais com os olhos do coração.
Mesmo assim não foi fácil, tivemos vários momentos de recusa, mas quanto mais entrávamos no universo lúdico da Lia, mais ela assimilava o desfralde.
Hoje dificilmente temos escape, fazemos pequenas viagens com ela sem fralda e só coloco mesmo a noite, depois que ela dorme.
Enfim, desfralde diurno concluído, já o noturno é outra história e não estou pensando nele nesse momento. Estou focada em encontrar um bom redutor de assento dobrável e protetores descartáveis, para usarmos os banheiros públicos com mais higiene.
Ela fica mais fofa de calcinha!

Ela fica mais fofa de calcinha!

Seu filho te desafia? 

Jesus que fase, a Lia me desafia. Basta eu dizer para não fazer uma coisa, aí que ela faz. Parece que a pequena tem necessidade de contrariar tudo.
Os escândalos em público já perdi as contas. Essa semana na natação ela chorou porque queria sair da piscina, chorou porque queria voltar, berrou porque queria tomar banho com a amiga, porque não queria enxaguar o cabelo, porque queria ficar mais no banho, porque queria, queria e queria.
Nessa avalanche de sentimentos eu tentava contornar a situação, manter a razão, acalmar a Lia e mostrar à ela que as coisas não devem ser dessa forma.
O fato é que esses “pitis” estão cada vez mais frequentes e intensos. Conversamos, explicamos, deixamos de castigo e tenho a sensação que não estou fazendo nada certo.
Depois que ela se acalma procuro explicar o que fez de errado e mostro como ela deve lidar com esses novos sentimentos.
Mais alguém passando pela fase dos 2 nos com os pequenos?
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Chegamos ao Terrible Two

Há duas semanas temos experimentado muito ativamente a fase dos dois anos que deixam as mamães de cabelo em pé! Coisas que eram feitas sem nenhum stress, como trocar a fralda e tomar um banho (a Lia nunca chorou para tomar banho, nem quando era bem bebê, ela até dormia na banheira), agora são momentos de birra e muita manha.
Tudo é motivo para o choro e se ela for contrariada perde o controle. A Lia grita tanto, mas tanto que fica sem fôlego, se joga no chão, responde alto e depois fica muito envergonhada de estar chorando e culmina num nervosismo sem tamanho com mais e mais choro.
Não está sendo fácil manter a sanidade, tento sempre manter o diálogo e explicar o porque ele não pode ser atendida naquele momento ou porque precisa tomar o banho naquela hora, mas tem vezes que a única coisa que consigo é ficar ao seu lado até o ataque de fúria passar.
A verdade é que nessa fase a criança ganha autonomia, tem vontades próprias e não sabe lidar com tanta emoção. E está tudo bem, porque ela está se desenvolvendo, percebendo seus desejos e o mundo a sua volta.
À todas as mamães que estão vivenciando essa fase ou vão passar por ela desejo muito amor, segurança e uma boa dose de suco de maracujá!
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